sábado, 30 de junho de 2012

MOVIMENTO UNIFICADO DOS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS CONVOCA PASSEATA ATÉ O PALÁCIO GUANABARA NO DIA 04 DE JULHO!




Companheiros do funcionalismo estadual: o propósito central do ato é manifestar o enorme descontentamento com a iniciativa do Governo Estadual, que deu entrada com uma Adin no STF para derrubar o direito ao triênio dos servidores estaduais. O Governador alega inconstitucionalidade do direito ao triênio por vício de iniciativa da Lei, emanada, na interpretação do Governador, de uma ação do Poder Legislativo Estadual, na Assembleia Constituinte de 1989. 
 
O MUSPE pretende, então, o seguinte: a edição, pelo próprio Poder Executivo, de uma Lei que assegure o direito aos triênios dos servidores estaduais. Diga-se de passagem, uma ação que estaria em consonância com a experiência do próprio Governo Estadual, antes mesmo da Constituição de 1989. Refiro-me às Leis editadas, em 1987, pelos Governadores Leonel Brizola e Moreira Franco.

Companheiros/as: independentemente do órgão ou do setor público estadual, divulguem, conversem com os/as seus/suas colegas de trabalho e procurem esclarecê-los/las a respeito da seriedade da questão.

Obs: notícias das entidades representativas dos servidores e do movimento podem ser encontradas no grupo MUSPE: http://www.facebook.com/groups/236001936517026/

sexta-feira, 29 de junho de 2012

COMUNICADO DAS DECISÕES DA ASSEMBLÉIA GERAL DA ADUENF: PARALISAÇÃO DE 48 HORAS E PARTICIPAÇÃO EM MANIFESTAÇÕES EM CAMPOS E NO RIO DE JANEIRO


A diretoria da ADUENF vem a público informar que, após um qualificado e intenso debate de idéias, foram acordadas as seguintes ações na Assembléia Geral realizada no dia 28/06 de 2012: 

1- Adesão ao Movimento Unificado dos Servidores Estaduais e paralisar as atividades por 48 horas os dias 3 e 4 da próxima semana.

2- Participar na passeata que o MUSPE está organizando para o dia 4 de julho, até o palácio das Laranjeiras. O ônibus sairá o dia 4/7, próxima 4ª. feira, às 4:30 da manhã do ponto de ônibus frente ao Condomínio Verdes Campos. 

3- Panfletagem no centro de Campos, no dia 4/07 às 14 horas, em conjunto com os professores em greve das instituições federais de ensino, UFF e IFF, bem como os professores do ensino estadual, SEPE. 

4- Realizar uma reunião do Comando de greve no dia 29/06 às 10:00 para definir a participação dos professores na semana de Iniciação Científica.

5- Realizar ações efetivas que permitam a marcação da reunião com o secretário e não esperar passivamente até a volta do recesso da ALERJ.

No cumprimento do Item 4,os professores presentes na reunião do Comando de Greve entenderam que a participação dos professores da semana da IC, com identificação de luto, daria uma visibilidade maior ao movimento. Por tal motivo os professores/orientadores receberão na entrada do Centro de Convenções uma faixa preta que simboliza o luto dos professores em função da crise salarial existente e do perigo iminente do fim da gratificação por tempo de serviço. Durante o dia 4/07, os professores que não forem ao Rio deverão comparecer na Praça São Salvador para participar da mobilização conjunta que ocorrerá do centro de Campos.

Só mobilizados e unidos conseguiremos defender os nossos salários e  a qualidade do ensino na UENF!

GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

quinta-feira, 28 de junho de 2012

TODA SOLIDARIEDADE À GREVE UNIFICADA DA UERJ!

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) se encontra neste momento em greve nos três setores que compõem a sua comunidade universitária. Esse é um movimento histórico que busca responder à política de exterminação imposta de fora pelo governo Sérgio Cabral e legitimada internamente pela Reitoria da UERJ.

As reivindicações que impulsionam esta greve são básicas e necessárias: melhores salários e mais verbas para que a UERJ possa funcionar de maneira digna. 

E o que fazem o governo e a Reitoria da UERJ em face de um movimento desta magnitude? Se recusam a receber as lideranças das três categorias e tentam criar uma série de boatos para desmobilizar um movimento que sacode as estruturas corróidas da política do governo do estado para o ensino superior estadual.

Para responder ao autoritatismo da governo Cabral e da Reitoria a fórmula é apoiar ativamente a greve da UERJ. O destino desta greve poderá apontar um novo caminho melhor e à altura do que o povo do Rio de Janeiro necessita das suas universidades públicas.

Apóie e divulgue a greve da UERJ. Ajude os que lutam a furar o bloqueio midiático e o autoritarismo do governo estadul da Reitoria da UERJ!

Para maiores informações sobre a greve acesse:

www.asduerj.org.br
www.sintuperj.org.br







quarta-feira, 27 de junho de 2012

DIRETORIA DA ADUENF DIVULGA COMUNICADO PARA DESMENTIR BOATOS E REAFIRMAR A DISPOSIÇÃO PARA LUTAR PELOS DIREITOS DOS PROFESSORES DA UENF




A diretoria da ADUENF vem a público para reafirmar que a luta dos professores das universidades estaduais fluminenses pela Dedicação Exclusiva e contra o corte dos triênios continua com força e vigor. Ao que parece existe um grupo de pessoas desinformadas disseminando versões fictícias sobre o andamento dos processos de luta que já estão ocorrendo. Deste modo, e gostaríamos de pensar que se trata apenas de desinformação, pessoas que estão veiculando, de forma errada, o fim da greve na UERJ. 

Pior que a desinformação anterior está o fato de se tentar relacionar um fictício fim da greve na UERJ com a perda de força do nosso movimento dentro da UENF. Nós temos demandas, experiências e força. Gostaríamos de lembrar a todos os associados que as principais conquistas da nossa instituição sempre foram atingidas, com apoio das outras associações, porém sem precisar de greves de solidariedade nas outras universidades estaduais.

Para finalizar a diretoria gostaria de lembrar que amanhã, dia 28, teremos assembléia da nossa associação na Sala 209 do CCT às 16 horas, para discutir sobre:
  1. INFORMES, 
  2. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GREVE, e 
  3. DECISÕES decidir sobre os PRÓXIMOS PASSOS DO MOVIMENTO 


  4. Compareça e participe das discussões que definirão o nosso futuro!

            GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013 

segunda-feira, 25 de junho de 2012

DIRETORIA DA ADUENF CONVOCA PRÓXIMA ASSEMBLÉIA DOS PROFESSORES DA UENF





C  O  N  V  O  C  A  Ç  à O  DA ASSEMBLÉIA GERAL ADUENF


DIA: 28/06/2012 - QUINTA-FEIRA

HORA: 16:00

LOCAL: SALA 209 DO CCT 


    PAUTA
  1. INFORMES
  2. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GREVE
  3. PRÓXIMOS PASSOS DO MOVIMENTO


                   GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

sexta-feira, 22 de junho de 2012

COMANDO DE GREVE DA UERJ SE PRONUNCIA E PEDE CONTINUIDADE DA LUTA!


INFORME COMPLETO DA DIRETORIA DA ADUENF SOBRE A AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RIO DE JANEIRO


A diretoria da ADUENF vem a público para informar à comunidade universitária em relação ao acontecido na audiência pública da Comissão de Educação no dia 16 de Junho no Prédio Anexo da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ).

Primeiramente, gostaríamos de apontar que audiência contou com a presença dos deputados membros da Comissão de Educação; deputado Comte Bittencourt, deputado Marcelo Freixo e Deputado André Lazzaroni. Estavam presentes os secretário de Ciência e Tecnologia e de o secretário de Planejamento e Gestão, representando à universidades os vice reitores da UERJ e da UENF e o reitor da UEZO. Desde já gostaríamos de apontar que a presença de dois secretários na reunião é um resultado positivo do movimento unificado atual dos professores técnico e estudantes das Universidades Estaduais Fluminenses, pois todos sabem do desgosto que os secretários deste governo sentem em ter de participar deste tipo de evento.

As intervenções foram iniciadas pelos representantes das diferentes organizações sindicais e estudantis das universidades, onde cada uma apresentou a realidade da sua instituição, bem como a semelhança entre as demandas existentes entre as três universidades. A característica de movimento unificado também foi ressaltada pelos representantes das associações. No caso da ADUENF utilizamos parte da nossa fala para esclarecer o caráter do nosso PCV e deixar uma pergunta ao secretário de Gestão e Planejamento em relação à remuneração zero da DE dos professores. Como tínhamos experiência no debate com o secretário Sérgio Ruy, utilizamos essa tática para evitar que, com meias verdades, ele tentasse desconstruir as nossas demandas. Além disso, alertamos à platéia que na apresentação que o secretário Sérgio Ruy faria ele tentaria desmentir todas as demandas que estavam ali sendo apresentadas pelas representações sindicais. A nossa estratégia deu certo, pois embora o secretário tenha falado do aumento no financiamento das Universidades, do aumento no salário dos professores e do aumento nas bolsas dos estudantes, nada falou no relativo ao não pagamento da DE dos professores da UENF.

Para muitos pode existir uma contradição entre os dados que ADUENF apresentou e as afirmações que o Secretário Sérgio Ruy fez. A solução mais burra seria achar que um dos dois lados estava mentindo, o qual não é real. O problema está na estratégia de apresentar meias verdades, pois para secretario Sérgio Ruy apresenta todos os projetos ganhos pelos professores para financiamento das pesquisas formam parte do financiamento das universidades, como se esses recursos de mérito pessoal, dignamente ganhos pelos pesquisadores, estariam sendo investidos na universidade como um todo e não nos laboratórios específicos dos professores.

Entenderíamos justo contar esses recursos no orçamento da universidade se, por exemplo, fosse aprovado um recurso para manutenção de todos os equipamentos das universidades ou, no caso da UENF, para a construção de uma biblioteca geral ou para a construção de um pavilhão de aulas. Isto se dá, na prática, com as seguidas liberações de verbas para o término da construção do restaurante universitário. O orçamento de 2011 da UENF é de 141 milhões e nada mais, o que representa uma diminuição de 20 %, quando considerada a inflação, na se compararmos ao que foi destinado para nós em 2011. Se não levarmos estas diferenças em conta, cairíamos no equivoco de considerar duas vezes o mesmo recurso; investimento em pesquisa (quando sai da FAPERJ) e do orçamento da universidade quando entra na administração dos professores.

Pior ainda é a explicação de um suposto aumento de 40% de aumento nos salários. A única explicação que encontramos é considerar que o enquadramento por merecimento, o aumento do vale refeição e creche, além das bolsas de produtividade ganhas por alguns professores estejam sendo considerados ganhos salariais. Mais uma vez meias verdades para enganar a comunidade universitária e a população do Rio de Janeiro como um todo.  Mas no relativo ao não pagamento da DE nada foi dito, o que nos deixa otimistas para a discussão que será feita com o secretario Sérgio Ruy no dia em que esta finalmente seja marcada.

Descaracterizando a última meia verdade proferida pelo secretário Sérgio Ruy na audiência, nos parece que no aludido incremento do das bolsas estudantis da UENF em 2012 houve a contabilização dos recursos destinados para as bolsas dos novos estudantes cotistas e a obrigatoriedade de acompanhamento, a nível estadual, do incremento das bolsas federais.  O fato é que estes recursos não são destinados a investimentos, mas apenas cobrir obrigações decorrentes de imposições legais ou de uma nova realidade imposta pela política de bolsas pagas pelo governo federal através da CAPES e do CNPq.

Finalmente não duvidamos que no aludido incremento do orçamento da UENF (80%) sejam também considerados os recursos relativos a enquadramento, bolsas de produtividade, auxílios, bolsas dos novos cotistas e os 22 % ganhos o ano anterior..... etc. Enfim, para justificar o injustificável, tudo é contando, apesar disto corresponder à verdade salarial ou não.

Terminado a nossa resposta as meias "inverdades" proferidas naquela audiência, o secretário afirmou que as emendas do ano anterior não tinham sido cortadas do orçamento da UENF e sim contingenciadas, pois as previsões orçamentárias feitas pelo próprio governo teriam ficado acima da realidade. Neste sentido, o secretário Sérgio Ruy afirmou que assim que a situação econômica melhorasse, o pagamento das emendas teria prioridade, e os recursos seriam retornados ao orçamento das três universidades. Em outras palavras só, como já havíamos apontado, fortalecendo o movimento é que os R$ 10 milhões garantidos na negociação com a presidência da Alerj e com a Comissão de Educação terão alguma possibilidade de retornar aos orçamentos.

 Por outro lado, é importante relatar que todas as afirmações proferidas pelo secretário Sérgio Riu foram veementemente desmentidas pelo Deputado Marcelo Freixo. Em sua fala, o deputado Marcelo Freixo demonstrou, de maneira irrefutável, a política de sucateamento e precarização a que as universidades estaduais estão sendo submetidas pelo do governo Sérgio Cabral. Segundo Marcelo Freixo, neste governo se prioriza o pagamento de um terreno de R$ 200 milhões, se dá isenção fiscal de 50 bilhões a diferentes tipos de empresas, mas que, porém, se contingência  o dinheiro das emenda onde o as das universidades.

No relativo à tentativa do governo Cabral de extinguir o direito do triênio, a coisa se complicou ainda mais. Ainda que o secretário Sérgio Ruy tenha jurado de pés juntos que o triênio dos professores não seria tocado, e que a extinção do triênio só será aplicada aos novos cargos que venham a ser criados no futuro (gerentes, sub gerentes .etc) para os quais inexistiriam leis específicas contemplando o direito aos triênios. Pois bem, o problema é que existe um efeito suspensivo que acompanha a entrada desta Ação Direta de Constitucionalidade (ADIN). As perguntas que foram feitas pelo deputado Marcelo Freixo, e que não foram respondidas pelo secretário Sérgio Ruy, foram as seguintes: se os novos cargos não foram criados, para quem valeria o efeito suspensivo? Para que um desgaste político tão grande quando a quantidade a ser economizada seria tão pequena e só teria significado de aqui a três anos, quando os ocupantes desses novos cargos  passariam a ter o direito a requerer a gratificação por tempo de serviço?.

A diretoria da ADUENF considera que esta audiência pública trouxe como saldo positivo o compromisso do secretário estadual de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Pereira, de que o governo do estado irá receber os sindicatos dos professores e servidores e estudantes das três universidades estaduais fluminenses (UERJ, UENF, UEZO) para resolver as diferentes as pendências que existem nestas universidades. Além disso, a diretoria da ADUENF considera que também foi muito Positivo compromisso assumido pela publicamente no sentido de que a Comissão de Educação da ALERJ atuará de forma objetiva para garantir que o governo Cabral estabeleça um calendário de reuniões com os sindicatos, quando então deverá oferecer respostas objetivas para as justas reivindicações das categorias.

Finalmente, em função do exposto acima, a diretoria da ADUENF considera que a nossa estratégia de atuar de forma unificada com nossos colegas da UERJ e UEZO, mantendo-se a presença de pautas específicas para cada instituição, tem se mostrado altamente acertada. O desafio que se coloca para o futuro imediato é de definir os próximos passos de nossa luta salarial a partir do patamar que já conseguimos estabelecer.  Aprofundar a nossa mobilização será o principal deles. Afinal, sem luta não há qualquer garantia de que conquistaremos nossos direitos!

Campos dos Goytacazes, 21 de Junho de 2012.

Diretoria da Aduenf
          GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

quinta-feira, 21 de junho de 2012

ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA ZONA OESTE (UEZO) ESTÃO PREOCUPADOS COM O FUTURO DA INSTITUIÇÃO QUE CONTINUA SEM TER CAMPUS PRÓPRIO!


Durante a audiência pública que foi realizada pela Comissão de Educação da ALERJ, um grupo de estudantes da UEZO demonstrava uma grande preocupação com o futuro da mais jovem universidade estadual do Rio de Janeiro. O problema é que até hoje a UEZO funciona num espaço temporário dentro Instituto de Educação Sarah Kubitschek (IESK), sem que haja previsão para o início da construção do campus universitário cujo terreno já foi até doado pelo município do Rio de Janeiro, especificamente no bairro de Campo Grande. Aliás, a situação deste terreno é uma preocupação a mais, visto que a UEZO teria até Outubro de 2012 para iniciar a construção do seu campus sob pena da cessão ser extinta.

Um outro fato que estaria preocupando os estudantes da UEZO seria o atraso no pagamento dos diferentes tipos de bolsas com que eles conseguem se manter dentro da instituição. De quebra, a ausência de estruturas apropriadas de assistência estudantil complicaria ainda mais a situação já precária em que os estudantes da UEZO tentam prosseguir seus estudos.

E pensar que as três universidades estaduais fluminenses, segundo o secretário estadual de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Pereira, estariam sendo devidamente financiadas pelo governo Cabral. Imagina então se não estivessem!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Funcionalismo estadual aprova greve de 48h para 3 e 4/07, com marcha ao Palácio Guanabara 19/06/2012


Por André Pelliccione, da Redação do Sindsprev/RJ

Assembleia desta terça-feira 19, na Concha Acústica da Uerj, que aprovou indicativo de paralisação de 48h nos dias 3 e 4 de julho 
 
 
 
Foto: Fernando França

O funcionalismo público estadual vai paralisar suas atividades por 48h nos dias 3 e 4 de julho, realizando, em 4/07, uma marcha ao Palácio Guanabara. Esse foi o indicativo aprovado na assembleia geral do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (MUSPE), realizada na tarde dessa terça-feira 19, na Concha Acústica da Uerj. Tanto a paralisação quanto a Marcha visam pressionar o governo Sergio Cabral Filho (PMDB) a atender à pauta unificada do funcionalismo, que inclui reajuste, incorporação de gratificações, implementação dos planos de carreira, concurso público, manutenção do triênio, defesa do Iaserj e fim das privatizações. A proposta de mobilização prevê que, até o dia 3 de julho, o máximo possível de categorias do funcionalismo estadual realize suas assembleias específicas para referendar o indicativo aprovado nesta terça, na Uerj.

A assembleia dessa terça-feira também aprovou a palavra de ordem ‘Fora Cabral’, que será divulgada em todas as manifestações do funcionalismo estadual. Na Marcha do dia 4, servidores se apresentarão com guardanapos brancos na cabeça, em alusão às escandalosas imagens do encontro entre o governador Cabral Filho e o dono da Construtora Delta, Fernando Cavendish, durante jantar em Paris. A ideia é concluir a Marcha com um ‘almoço’ em frente ao Palácio.

Unificar a luta nas três esferas deve ser a meta

“A saúde estadual vem sofrendo um ataque absurdo por parte do governo Cabral, que destruiu o único Instituto de Infectologia que havia no Estado do Rio, o São Sebastião, e também o Hospital Anchieta. Hoje as fundações de direito privado e organizações sociais estão entrando nas unidades de saúde, fundações e organizações sociais que são formas disfarçadas de privatização. Vamos preparar a greve e exigir fora Cabral”, afirmou a diretora do Sindsprev/RJ Denise Nascimento, informando que os trabalhadores da saúde estadual têm assembleia marcada para o dia 27/06, às 16h, no Hospital do Iaserj.

O também dirigente do Sindsprev/RJ Julio Cesar Tavares destacou a necessidade de unificação dos servidores nas três esferas. “No dia 5 de junho, mais de 15 mil servidores públicos federais ocuparam Brasília para dizerem que não aceitam a política de reajuste zero e privatizações impostos por Dilma, que também congelou a insalubridade. Nossa intenção é unificar os movimentos de servidores federais, estaduais e municipais porque Dilma, Cabral e Eduardo Paes têm as mesmas políticas, baseadas no ataque aos nossos direitos e na criminalização dos movimentos sociais. Juntos somos fortes. É greve, greve, greve”, disse, sob aplausos.

Cabral sucateia serviço público e criminaliza movimentos sociais

Falando em nome do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ), a servidora Vera Nepomuceno apresentou um resumo dos brutais ataques movidos pelo governo ao setor. “Estamos enfrentando um governo que fecha escolas, não respeita as leis, não cumpre o que é determinado pela Alerj para os animadores culturais, privatiza os processos político-pedagógicos e persegue profissionais da educação. Sergio Cabral também quer acabar com o triênio e os planos de carreira. Não vamos ficar calados e por isso nossa tarefa é levantar os servidores estaduais contra a ditadura que se instaurou no Estado do Rio. Vamos construir a greve”, disse, após ser também muito aplaudida.

O cabo do Corpo de Bombeiros Benevenuto Dacciolo também compareceu à assembleia, onde fez sua saudação com duras críticas ao governo do Estado. “Hoje somos 14 militares expulsos da corporação. Fomos expulsos por termos lutado por dignidade. Este governo [Cabral Filho] tenta criminalizar todos os movimentos sociais. Mas podemos reverter essa situação. Unidos somos fortes e vamos vencer”, afirmou.

“Há 51 universidades públicas federais em greve e a Uerj, desde a zero hora desta terça-feira, também está em greve, com adesão dos técnico-administrativos. Nossa universidade é a primeira estadual a entrar em greve no Brasil. Querem nos tirar o triênio, o que não podemos aceitar. Temos que nos mobilizar e chamar todos à luta. Estamos em greve por conta dos desmandos do governo Cabral”, afirmou, em sua saudação, o representante do Sintuperj, Jorge Luis Matos de Lemos (o Gaúcho).

Participaram da assembleia na Concha Acústica da Uerj servidores da saúde, educação, universidades públicas (Uerj e Uenf), justiça, segurança, Faetec e Proderj. Entre as entidades, destaque para CSP Conlutas e InterSindical. 
 
AUDIÊNCIA PÚBLICA GARANTE REUNIÕES SEPARADAS PARA O GOVERNO CABRAL TRATAR DAS DEMANDAS DOS SINDICATOS DAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS

A audiência pública que ocorreu no dia de ontem (19/06) trouxe como principal saldo positivo o compromisso do secretário estadual de Planejamento e Gestão, Sr. Sérgio Ruy Pereira, de que o governo do estado irá receber os sindicatos dos professores e servidores das três universidades estaduais fluminenses (UERJ, UENF, UEZO) para resolver as diferentes pendências que existem nestas universidades.



Após tentar descaracterizar as demandas de servidores e professores, Sérgio Ruy Pereira teve de ouvir em frente a uma platéia atenta formada por estudantes, servidores e professores das universidades, uma série de respostas duras não apenas de sindicalistas, representantes das universidades, mas também do deputado Marcelo Freixo (PSOL/RJ) que demonstrou de maneira irrefutável a política de sucateamento e precarização que as universidades estaduais vem sofrendo por parte do governo Cabral.



O ponto mais positivo desta audiência foi o compromisso de que a Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro atuará para garantir que o governo Cabral estabeleça um calendário de reuniões com os sindicatos, quando deverá oferecer respostas objetivas para as justas reivindicações das categorias.

Uma nota lamentável desta audiência foi o fato de que a mesma foi realizada num auditório do prédio anexo da ALERJ, o que acabou impedindo que vários membros da delegação da UENF fossem impedidos de participar da reunião. Este problema era mais do que previsível, visto que o tamanho do local escolhido para abrigar representantes das três comunidades universitárias das três universidades estaduais.



segunda-feira, 18 de junho de 2012

DOCENTES DA UENF DECIDEM POR PARALISAÇÃO DE 24 HORAS E DECRETAÇÃO DE ESTADO DE GREVE



Reunidos em assembléia nesta 2a. feira (18/06) os professores da UENF decidiram pela decretação do " Estado de Greve", bem como por uma paralisação de 24 horas para esta 3a. feira  (19.06) quando uma delegação representando a comunidade universitária da UENF deverá estar presente numa Audiência Pública que será realizada pela Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro a partir das 10:00 horas. 

É importante lembrar que esta audiência foi originalmente convocada para discutir a situação crítica em que se encontra a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde docentes e servidores já se encontram em greve.

A participação das comunidades da UENF e da Universidade Estadual da Zona Oeste (UEZO) ocorre de forma a também possibilitar a que os membros da Comissão de Educação da Alerj e dos secretários de Planejamento e  Gestão, Sérgio Ruy Pereira, e Ciência e Tecnologia, Luiz Edmundo Horta, possam ouvir também os problemas que ameaçam colocar também estas duas universidades em greve por  tempo indeterminado.

É bom lembrar que no caso dos docentes da UENF, a pauta é bastante similar a que levou os da UERJ a entrarem em greve:

1. Retirada da Ação Direta de Inconstitucionalidade que visa extinguir o pagamento dos triênios.
2. Reposição das Perdas Salariais
3. Remuneração do Regime de Dedicação Exclusiva

Uma coisa é certa. Os docentes da UENF decidiram pelo caminho da luta pelos seus direitos. Se o governo Sérgio Cabral quiser evitar mais uma greve na instituição, é bom começar a negociar logo e de boa fé.



DIRETORIA DA ADUENF VEM A PÚBLICO SOLICITAR APOIO PARA TUITAÇO EM FAVOR DA GREVE DAS FEDERAIS
A diretoria da ADUENF vem a público pedir o apoio à greve nas federais pelo tuitaço de amanhã às 11:30h.  O acesso para esta atividade pode ser feito através da página http://www.facebook.com/events/375419009186066/ 

Participem do evento e convidem seus amigos!



                GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

sábado, 16 de junho de 2012

SINASEFE E SINTUFF CONVIDAM PARA PARTICIPAÇÃO EM ATO PÚBLICO NA RIO +20 NO DIA 20 DE JUNHO

O SINASEFE e o SINTUFF estão bancando ônibus para a Marcha na Rio+20, temos vagas e mais ônibus se for preciso. Está aberto a toda comunidade, então faço formalmente o convite a comunidade da UENF e peço-te a ajuda para divulgar. O ônibus sai as 7h do dia 20/06 e volta logo após ao ato. Segue abaixo a divulgação oficial do SINASEFE. 


sexta-feira, 15 de junho de 2012

COMUNICADO DA DIRETORIA DA ADUENF


A Diretoria da ADUENF vem a público para fortalecer a preocupação relativa à Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) impetrada pelo governo do Rio de Janeiro para extinguir a gratificação por tempo de serviço. Quem não reecebe 6% do orçamento do Estado, que também foi consagrado pela Constituição Estadual de 1989, por causa de uma ADIN não pode pensar de outra forma.

Em função dos fatos expostos acima, a diretoria da ADUENF informa que continuará mobilizada junto com outros sindicatos do funcionalismo estadual reunidos no Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) para que essa ADIN seja retirada imediatamente do STF pelo governo do Rio de Janeiro.


Sem luta não há como garantir os nossos direitos!



Campos dos Goytacazes, 15 de Junho de 2012.

                Diretoria da ADUENF

quinta-feira, 14 de junho de 2012

ADUENF PARTICIPA DE GRANDE MANIFESTAÇÃO DOS SERVIDORES ESTADUAIS DO RIO DE JANEIRO E SE PREPARA PARA DECIDIR COMO ENFRENTAR O GOVERNO CABRAL

A ADUENF esteve presente hoje num ato público organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Estaduais do Rio de Janeiro (MUSPE) para protestar contra a proposta do governo Sérgio Cabral de extinguir a gratificação por tempo de serviço.

Após este ato, a diretoria da ADUENF deverá se reunir ainda nesta 6a. feira para organizar suas propostas para a assembléia geral que deverá discutir os próximos passos da Campanha Salarial. 

Mas uma coisa é certa: se o governo estadual queria mobilizar o funcionalismo estadual, a manifestação de hoje mostrou que esse objetivo foi alcançado plenamente.








CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM ASSEMBLÉIA PÚBLICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RIO DE JANEIRO


A diretoria da ADUENF convida a todos os interessados para viagem ao Rio de Janeiro para participar da Audiência Pública que terá como tema: "Condições e Necessidades das Universidades Estaduais do Rio de Janeiro para o ano Letivo de 2012" com a presença dos Secretários de Estado de Planejamento e Gestão; de Ciência e Tecnologia que ocorrerá às 10 horas do dia 19.06.012 terça-feira.

Avisamos que estão abertas as inscrições para o preenchimento de 01 ônibus que será alugado pela ADUENF para viabilizar nossa participação. 

Quem desejar participar desta audiência, basta ligar para o telefone 2739-7270  (quem for ligar de dentro do campus da UENF, basta discar o ramal 97270) e fazer a reserva do assento com a secretaria da ADUENF, ou também via e-mail no endereço aduenf@uenf.br.


     GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

quarta-feira, 13 de junho de 2012

DIRETORIA DA ADUENF CONVOCA ASSEMBLÉIA GERAL PARA DISCUTIR OS PRÓXIMO PASSOS DA CAMPANHA SALARIAL DOS PROFESSORES DA UENF





C  O  N  V  O  C  A  Ç  à O


DATA: 18/06/2012 - SEGUNDA-FEIRA

HORA: 16:00

     LOCAL: AUDITÓRIO 02 DO P5
 

ASSEMBLÉIA GERAL ADUENF




PAUTA

1.INDICATIVO DE ESTADO DE GREVE PELA AUTONOMIA DA UNIVERSIDADE, DEDICAÇÃO EXLUSIVA E RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO.

MARCHA PELA EDUCAÇÃO  OCUPA A REGIÃO CENTRAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES E RECEBE GRANDE APOIO DA POPULAÇÃO

A tarde desta 4a. feira foi marcada por uma unificação sem precedentes na luta que as comunidades universitárias da UFF, do IFF e da UENF vem realizando em defesa de melhores salários, condições dignas de trabalho e ambientes apropriados de ensino.  

A Marcha da Educação que saiu do interior da UFF/Campos percorreu as principais ruas e avenidas da região central e foi concluída na Praça Sâo Salvador. Ao longo do percurso, os oradores que se alternaram no alto de um trio eletrico aproveitaram para explicar para a população de Campos a razão da greve nas instituições federais, e a situação aflitiva em que se encontram as universidades estaduais e as escolas municipais. A recepção da população foi uma demonstração de que a luta das comunidades universitárias é apoiada e vista positivamente.

No caso da UENF, um fato positivo foi a participação de um número significativo de professores que seguiram a orientação da última assembléia da ADUENF que decidiu pela paralisação das atividades docentes a partir das 12:00 horas de hoje. 

A partir dos resultados desta manifestação ficou clara a necessidade de aprofundar o processo de unificação que foi iniciada com a realização desta Marcha.





Após fim de passeata,professores em greve fazem ato no Centro do Rio

Protesto reúne professores e alunos de universidades em greve na cidade.
Há lentidão da Avenida Presidente Antônio Carlos ao Elevado da Perimetral.

Bernardo Tabak Do G1 RJ

Ato no Centro marca a greve de professores e funcionários de universidades federais do Rio de Janeiro (Foto: Bernardo Tabak/G1)
 
Professores, funcionários e alunos de universidades federais em greve realizam um ato na tarde desta terça-feira (12), na Praça XV, após o término da passeata iniciada na Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro, que deixou o trânsito complicado.

Mesmo após o término da passeata, no entanto, motoristas ainda enfrentavam retenção por volta das 17h da Avenida Presidente Antônio Carlos até o Elevado da Perimetral, no Centro do Rio de Janeiro. As informações são do Centro de Operações do Rio.

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Protesto reúne professores e alunos de universidades em greve no Rio

De acordo com a assessoria do 5º BPM (Praça da Harmonia), cerca de mil pessoas participam da manifestação. A assessoria de imprensa da Associação de Docentes da Uerj (ASDUERJ) informou que os manifestantes reivindicam reajustes de salários e melhorias no plano de carreira dos servidores.

Para o professor Mauro Iasi, presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ADUFRJ), há 35 anos na rede pública de ensino, cinco deles na UFRJ, a manifestação foi um sucesso. “É uma bonita mobilização para abrir o diálogo em defesa da educação pública”, ressaltou ele. “A greve, que já conta com a adesão de mais de 50 universidades federais de todo o país, entra em uma fase de consolidação”, explicou ele. No estado do Rio, as quatro universidades federais – UFRJ, UFRRJ, UFF e UniRio – aderiram ao movimento, que começou em 17 de maio.

Iasi afirmou que os salários dos professores, hoje, estão na 59ª colocações dentro os valores médios pagos nas carreiras federais. “Os professores–adjuntos, que são a maioria da classe, tiveram perdas salariais de 40% nos últimos dez anos”, enfatizou ele, explicando que o piso pago ao docente federal, hoje, está em torno de R$ 1 mil. “Nós queremos o fim das gratificações e o aumento real dos salários, com reposição imediata de 22,08%”, disse. De acordo com a assessoria de imprensa da ADUFRJ, a categoria reivindica um piso salarial de R$ 2.239, que corresponde, segundo a associação, ao salário-mínimo calculado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Os funcionários técnico-administrativos federais entraram em greve em 11 de junho. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (SINTUFRJ) divulgou uma carta aberta à população do Rio, afirmando que o governo federal tem tratado a classe com “descaso” em garantir “o mínimo de dignidade para que os servidores cumpram suas funções e tarefas”. O sindicato afirma que a classe recebe os piores salários do serviço público federal no Brasil. Além de melhoria salarial, eles também defendem um ensino público e gratuito e qualidade.

Nesta terça-feira (12), os professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) também entraram em greve. A assessoria de imprensa da Associação de Docentes da Uerj (ASDUERJ) informou que os manifestantes reivindicam reajustes de salários e melhorias no plano de carreira dos servidores. 
 
 
 

terça-feira, 12 de junho de 2012

PASSEATA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PARA A AVENIDA RIO BRANCO NO CENTRO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO


 Apesar do silêncio da grande mídia, milhares de manifestantes paralisaram na tarde de hoje a principal avenida do centro da cidade do Rio de Janeiro para protestar contra o descaso do governo federal com a situação das universidades e institutos federais de ensino.

Esta mobilização foi reforçada pela greve em curso na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) onde os docentes reivindicam a implementação do regime de Dedicação Exclusiva e se opõe à disposição do governo Sérgio Cabral de extinguir a gratificação por tempo de serviço a partir do ajuizamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal.


Nesta 4a. feira (13/06) está programada a realização também na cidade de Campos conforme já anunciado aqui neste espaço.



segunda-feira, 11 de junho de 2012

ASSEMBLÉIA DEFINE OS PRÓXIMOS PASSOS DA LUTA SALARIAL DOS PROFESSORES DA UENF

A assembléia da ADUENF tomou uma série de decisões que devem orientar a campanha salarial dos professores da UENF a partir de agora.

Entre outras coisas, a assembléia decidiu a paralisação das atividades docentes nesta 4a. feira (13/06) a partir das 12:00 horas para viabilizar a participação da comunidade universitária da UENF na Marcha pela Educação conforme mostra cartaz abaixo.


A assembléia também decidiu pelo envio de uma comissão de representantes ao ato público que será realizado na cidade do Rio de Janeiro no dia 14/06 (5a. feira) como parte das ações do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) contra a tentativa do governo Sérgio Cabral de extinguir a gratificação por tempo de serviço que foi consagrada pela Constituição Estadual de 1989.

Uma terceira decisão foi a marcação de uma nova assembléia para o dia 18/06 (próxima 2a. feira) para avaliar a possível marcação de um indicativo de greve dos professores da UENF com base na defesa dos seguintes itens:

- Defesa do Triênio.
- Imediato Pagamento do Regime de Dedicação Exclusiva
- Reposição das Perdas Salariais estimadas num valor médio de 73,3%


A disposição mostrada nesta assembléia foi de fortalecer unificação da luta dos professores das três universidades estaduais fluminenses e apoiar o movimento em greve em curso na maioria das universidades e institutos federais de ensino.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Professores da Uerj em greve a partir da segunda-feira, 11/6


Cerca de 700 pessoas entre professores, estudantes e servidores técnico-administativos lotaram a Capela Ecumênica da Uerj em assembleia docente na tarde desta terça-feira, 5/6. Após quase cinco horas de intensos debates, a votação sobre a greve foi feita em dois momentos. No primeiro, os docentes aprovaram por esmagadora maioria a greve na categoria, com apenas quatro votos contrários e uma abstenção.

A segunda votação decidiu pela data de início da greve. A proposta de parar a partir da segunda-feira, 11/6, também foi aprovada por ampla maioria. A apuração foi feita por contraste.

A lista de presença da assembleia foi assinada por 298 professores. Ao assinar a lista, os docentes receberam um cartão amarelo que os identificou no momento da votação das propostas.

As reivindicações são: Dedicação Exclusiva já!; Recomposição salarial imediata de 22%; Retirada da representação do governo do estado no STF contra os triênios; e Regularização da situação trabalhista dos professores substitutos.
 
DIA 14 DE JUNHO: GRANDE MANIFESTAÇÃO DO FUNCIONALISMO DO RIO DE JANEIRO CONTRA A ELIMINAÇÃO DO TRIÊNIO

Às vesperas da Conferência Rio +20 o funcionalismo público do Rio de Janeiro irá às ruas para protestar contra a Ação Direta de Constitucionalidade requerida pelo governo estadual para retirar um direito garantido pela Constituição Estadual em 1989.  Com os piores salários de todo o Brasil, os servidores fluminenses têm na gratificação por tempo de serviço uma forma de desafogar a corrosão salarial. Com esta tentativa de remover o triênio, o governo Sérgio Cabral deverá ampliar a evasão de servidores, abrindo espaço para um aumento ainda maior das terceirizações.

É contra isto que o funcionalismo já começou a se movimentar, exigindo a retirada da ADIN.


quarta-feira, 6 de junho de 2012

ASSEMBLÉIA GERAL DA ADUENF


C O N V O C A Ç Ã O

DIA: 11/06/2012 - SEGUNDA-FEIRA

HORA: 16:30

LOCAL: AUDITÓRIO 02 DO P5

ASSEMBLÉIA GERAL ADUENF



PAUTA


RESULTADO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA

ATIVIDADES DO DIA 13 E 14 DE JUNHO

PROJETO DE CONSTRUÇÃO DA SEDE SOCIAL

TAXA EXTRA PARA A CONSTRUÇÃO DA SEDE SOCIAL 

  GESTÃO UNIÃO, FORÇA E RESPEITO 2011-2013

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Estado de Greve na Uerj: A vitória das cadeiras

Em assembléia realizada ontem (30/05), os professores da UERJ entraram em estado de greve. 

Cerca de três horas da tarde, a concentração da assembléia docente descobriu com grande surpresa que as cadeiras reservadas pela Associação Docente para a reunião haviam sido barradas pela prefeitura do campus. Depois de exaustiva negociação com trabalhadores da Associação, o presidente Guilherme Mota comunicou aos presentes o problema e todos foram até a entrada de trás da universidade “ajudar” o motorista da Kombi a entrar no campus. Depois de um leve bate-boca e ao som de palavras de ordem como “A UERJ somos nós, nossa força, nossa voz” empurrada pela comunidade acadêmica presente, a Kombi entrou e pôde entregar as cadeiras. 
Em que pese essa tentativa desastrada da prefeitura em impedir a reunião dos professores, a assembléia transcorreu de forma pacífica e democrática, apesar de ter começado num clima de extrema indignação dos presentes contra o ocorrido, fato sem precedentes na história da universidade. De acordo com afirmação do diretor da ASDUERJ, Bruno Deusdará, um funcionário da prefeitura chegou a ameaçar chamar a segurança da universidade para impedir a entrada das cadeiras. 

Dois assuntos mobilizaram as falas e foram pauta principal da assembléia: o indicativo de greve para o início de agosto proposto pela ASDUERJ e a ameaça de fim do triênio pelo (des) governador Sergio Cabral. Pontuou-se que no momento em que o estado do Rio de Janeiro vive (copa do mundo e olimpíadas), a Dedicação Exclusiva para os professores da UERJ só sairia do papel com muita luta e greve e, que o ataque contra os triênios dos servidores do estado seria apenas o começo de uma série de mudanças para impor aos trabalhadores do Rio de Janeiro a lógica da produtividade às custas dos salários, direitos e serviços à população. Sobre essa perspectiva, os professores decidiram entrar em estado de greve até a terça próxima (05/06) quando uma nova assembléia decidirá o início imediato da greve.

A presença massiva da comunidade foi um marco na assembléia que contou com o apoio de muitos Centros Acadêmicos, dos DCEs da UERJ e da UFRJ, de Associações de docentes de outras universidades, do SINTUPERJ, do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais do Rio de Janeiro, além de estudantes e funcionários da universidade. A assembléia demonstrou o potencial de unidade do movimento da UERJ e refletiu também o momento de luta que as universidades federais estão vivendo. O sentimento de que a greve é inevitável estava presente em todos que deixaram a reunião. A vontade de vencer vinha da certeza de que a vitória das cadeiras foi apenas o início.

Mira Caetano
Pesquisadora OTB
ADUENF PARTICIPA DE REUNIÃO DE SINDICATOS COM A DEPUTADA JANIRA ROCHA E RATIFICA DEMANDAS DOS DOCENTES DA UENF

A diretoria da Aduenf esteve presente numa reunião realizada na tarde desta 6a. feira na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Trabalho e Previdência Social no Estado do Rio de Janeiro (SINDSPREV/RJ) com a deputada estadual Janira Rocha do PSOL. Nesta ocasião , o presidente da ADUENF, Prof. Raúl Palácio, aproveitou para ratificar as demandas dos associados da ADUENF, especialmente a questão da remuneração do regime de Dedicação Exclusiva que rege o contrato de trabalho de todos os docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

O presidente da ADUENF fez ainda menção à preocupante situação criada pelo governo do Rio de Janeiro que no dia 24 de Maio protocolou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade junto ao Supremo Tribunal Federal visando suprimir o direito histórico da remuneração adicional por tempo de serviço prestado que se convencionou chamar de "triênio".  A possível interrupção do pagamento deste direito garantido pela Constituição Estadual do Rio de Janeiro poderá significar um golpe de morte no modelo institucional criado por Darcy Ribeiro, visto a situação de corrosão salarial que já provoca uma diminuição média de 73,4% nos salários pagos aos docentes da UENF.

Após esta reunião no SINDSPREV, a ADUENF ainda aproveitou para se manifestar num atividade política organizada pela chamada "Frente de Unidade Popular" que ocorreu no centro da cidade de Campos. Ali, mais uma vez, o presidente da ADUENF manifestou a sua preocupação com a situação de financiamento precário da UENF por parte do governo de Sérgio Cabral.