quarta-feira, 19 de julho de 2017

Servidores, aposentados e pensionistas sem salários realizam protesto no Fórum do Rio de Janeiro

Num momento em que mais de 200 mil servidores ainda aguardam o pagamento dos salários, aposentadorias e pensões referentes ao meses de Maio e Junho e do 13o. salário de 2016, o governador Luiz Fernando Pezão e o secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa, passam férias, o primeiro num spa 5 estrelas no distrito e o segundo nos Estados Unidos da América.

Para completar esse quadro de descaso, os servidores que têm procurado apoio no judiciário tem recebido como resposta dos juízes que os atrasos no pagamento são "mero aborrecimento".

Em função dessa situação vexaminosa, os servidores sem salários de diversas secretarias estaduais realizam na tarde desta 4a. feira uma manifestação na porta do Fórum de Justiça do Rio de Janeiro para denunciar a situação de abandono em que estão imersos, e para afirmar que todos os problemas que estão enfrentando não são "mero aborrecimento".

A Associação de Docentes da Uenf está presente neste momento e apoia a luta de todos os servidores, aposentados e pensionistas que foram colocados em uma situação inaceitável pela gestão incorreta das finanças estaduais.

Abaixo imagens da manifestação.




DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

sábado, 15 de julho de 2017

Presidente da ADUENF publica artigo sobre atrasos salariais como "política para deixar" do governo do Rio de Janeiro



Deixar morrer como política de governo: os aposentados e servidores do Rio de Janeiro como um mero aborrecimento


Por Luciane Silva*


“os atrasos não configuram vexame, sofrimento ou humilhação, não interferem no psicológico dos servidores. O simples descumprimento de dever legal ou contratual, por caracterizar, mero aborrecimento, em princípio não configura dano moral, salvo se da infração advém circunstância que atenta contra a dignidade da parte”.
Sentença judicial sobre ação individual por não recebimento de salário, Rio de Janeiro, 2016/2017

“o direito, a paz, as leis nasceram no sangue e na lama das batalhas”
Michel Foucault, Em defesa da sociedade, 1999

Dona Maria fez uso da palavra por volta das 10:30 da manhã do dia 10 de julho, na avenida Presidente Vargas, cercada por policiais militares armados com fuzis. Uma população de aproximadamente 150 pessoas, em sua grande maioria, servidores públicos, acompanharam sua declaração. Com sua cesta de amendoins, contou-nos sobre o que tem vivido nos meses recentes. Voz firme, lúcida e forte. Ela faz parte dos milhares de aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro que não recebem seus salários e seu décimo terceiro.
Não é preciso ter formação jurídica para compreender a posição do Judiciário fluminense. Na mesma sentença citam que  “os atrasos não configuram vexame, sofrimento ou humilhação, não interferem no psicológico dos servidores” ou seja, os atrasos não geram problemas estruturais no cotidiano dos servidores. Mas a sentença é encerrada com a ressalva de que os processos merecem outro desfecho se “da infração advém circunstância que atenta contra a dignidade da parte”. Que malabarismo tortuoso e canhestro é este?
Não costumo apresentar em meus textos situações dramáticas que possam produzir adesão dos leitores. Primo por argumentações de outra ordem. Então creio que posso fazer uso da descrição dos fatos desta segunda para enviar ao Judiciário uma outra possibilidade de pensar sofrimento, humilhação e dignidade.
Tenho participado destes atos desde fevereiro de 2016. E o que havia de diferente nesta segunda? Em primeiro lugar a percepção da intensidade do crime praticado por este governo e estampado nos jornais e entrevistas com o mote de crise e incerteza do pagamento da folha de maio. E os depoimentos que exemplificam o sofrimento vivido. Sofrimento este que os juízes dizem não ocorrer. Cada um dos servidores que fizeram uso da voz, apresentaram um caso de morte em hospitais (por infarto e outras doenças que têm se agravado nos meses recentes), depressão e em alguns casos, tentativa de suicídio. Na fala de Dona Maria, particularmente, pela crueza de sua situação, alguns não puderam conter as lágrimas. Foram abraçá-la!
As 12:30 aproximadamente, um grupo de 5 pessoas foi recebido na secretaria de Fazenda para uma conversa com Gustavo Barbosa que enviou um preposto que tentou comprar todos os pacotes de amendoim de Dona Maria. Esta, se negou a vender, como forma de demarcar que sua dignidade não estava à venda.
No dia 13 de julho em entrevista ao G1, Gustavo Barbosa foi enfático sobre a decisão de pagar algumas categorias (como Educação e Segurança, e claro, Justiça): “atualmente o Estado não tem capacidade de liquidar totalmente a folha de servidores e tem de fazer escolhas. É uma decisão de estado”.
São decisões de Estado que levam carpinteiros de 65 anos a procurarem seus direitos e enfrentarem toda a burocracia estatal desumana, como Daniel Blake, filme que os amigos do Cine Marighella exibem no dia 29 deste mês. Em tempos de Reforma Trabalhista, este é um filme obrigatório. No Reino Unido, na França, nos Estados Unidos, a burocracia estatal deixa morrer e faz  viver de acordo com suas decisões. É o caso do furacão Katrina que causou 1836 mortes diretas em agosto de 2005. É a crise humanitária vivida na União Européia que tenta “distribuir” os refugiados entre os países membros como um “custo” com o qual todos devem arcar.
Para fechar este texto voltemos ao século XVII no reinado de João Carlos V. A cena: João governando com a espada, o povo, subserviente atendendo aos seus desejos e desmandos. Era não só o soberano mas tinha sob seu poder a terra, a lavoura, os bens e as vidas. A espada, sempre visível, caía sobre as cabeças que seu soberano escolhesse. Vidas nuas. Vivam aqueles que obedeciam, morriam os demais.
O Estado moderno, a partir de suas políticas de fazer viver, controla as epidemias, controla a natalidade, fecha a fronteira aos refugiados, ordena ações nos morros e áreas indígenas. Mas também precisa de braços para manter sua burocracia.  E no Rio de Janeiro, opta por deixar morrer os aposentados, tal qual João Carlos. E seu instrumento de ação é o Judiciário que sentencia à morte milhares de pessoas quando sequer reconhece como crime, o não pagamento dos salários e ainda ironiza os servidores. Para o Estado, isto não passa de mero aborrecimento.
 Luciane Silva é presidente da Aduenf na gestão Resistência * Luta (2017-2019)

Servidores sem salários convocam ato de protesto no Tribunal de Justiça


Em uma série de decisões contrárias a servidores que procuram a justiça fluminense para poder receber salários atrasados, a situação a que milhares de famílias estão sendo submetidas pelo governo do Rio de Janeiro foi caracterizada por diversos juízes como "mero aborrecimento".

Como de "mero aborrecimento" essa situação vergonhosa não tem nada, os sindicatos e associações que representam os servidores da Secretaria Estadual de Ciência Tecnologia e associações de aposentados e pensionistas do RioPrevidência decidiram organizar um ato de protesto em frente do Tribunal de Justiça na cidade do Rio de Janeiro (ver convocação abaixo).



A diretoria da ADUENF convoca a todos os associados para que partcipem desta atividade cujo objetivo é denunciar a injustiça gritante que está sendo cometida pelo governo Pezão ao quebrar a isonomia no pagamento dos salários e discriminando os servidores do sistema de ciência e tecnologia e os aposentados.

Ficam sem receber salários nunca será um mero aborrecimento!

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

terça-feira, 11 de julho de 2017

Site "Viomundo" publica entrevista sobre crise do Rio de Janeiro e seus impactos sobre as universidades estaduais


Governo do Rio não cobra dívida da Nextel, Carrefour e Light, mas deixa universidades à míngua; corte de luz e água pode detonar equipamentos caros




por Luiz Carlos Azenha
As universidades públicas do Rio de Janeiro enfrentam, conjuntamente, talvez a maior de todas as crises. Salários atrasados, estrutura física dilapidada, alunos que desistem ou entram em depressão com a penúria.
E, no entanto, elas foram concebidas para diminuir as terríveis desigualdades sociais das regiões em que se encontram, notadamente a Universidade Estadual do Norte Fluminense e o Centro Universitário da Zona Oeste.
São pioneiras das cotas raciais e sociais, quesito no qual deram aula à elitista Universidade “Bandeirante” de São Paulo (USP) — eu me sinto à vontade para falar, já que me formei nela.
Obviamente, a crise das três instituições não existe no vácuo. O Rio de Janeiro enfrenta uma gravíssima crise financeira, resultado de uma combinação de gastos desnecessários, renúncia fiscal, incúria administrativa e pura e simples corrupção.
Para entender melhor, fizemos uma série de perguntas a Marcos A. Pedlowski, professor associado do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico (LEEA) do Centro de Ciências do Homem (CCH) da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e segundo vice-presidente da Associação de Docentes da UENF (Aduenf).
Ele é bacharel e mestre em Geografia pela UFRJ e PhD em “Environmental Design and Planning” pela Virginia Polytechnic Institute and State University (Virginia Tech).
Marcos tocou numa questão importante: desde a gestão de Moreira Franco como governador do Rio (1987-1991), com poucos hiatos, o Rio tem sido uma espécie de laboratório da política econômica neoliberal (privatização com ‘ajuste’).
O Gato Angorá da lista da Odebrecht, parceiro da Globo, fez um estrago que foi aprofundado desde então pelos governos do PMDB (do trio Cabral, Cunha e Picciani).

Quem desejar ler às respostas do Prof. Marcos A. Pedlowski, segundo vice-presidente da Aduenf, basta clicar [Aqui!]

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Brasil 247 publica matéria denunciando abandono da Uenf pelo governo do Rio de Janeiro

Rio também abandona Universidade Estadual do Norte Fluminense



O abandono de universidades estaduais no Rio se alastra pelo interior do estado; na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) o caos tomou conta da instituição; técnicos-administrativos recebendo doações de alimentos, três meses de salários atrasados prestes a levar ao endividamento com despesas pessoais e até a problemas psicológicos; esse é a difícil situação de funcionários da instituição, relata o professor associado Alessandro Coutinho Ramos, do Centro de Biociências e Biotecnologia (CBB); "O Rio de Janeiro esqueceu da UENF e o Brasil também! Não sabemos o que mais fazer e estamos impotentes perante a esse caos em nossa vida pessoal e profissional"

Rio 247- O abandono de universidades estaduais no Rio em consequência da crise econômica também pode ser visto no interior do estado. Na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), salários atrasados, servidores recebendo até doações de alimentos, pagamentos de parcelas que mal servem para pagar gastos pessoais. Esse é o retrato da instituição, conforme relato do professor associado Alessandro Coutinho Ramos, do Centro de Biociências e Biotecnologia (CBB).
Segundo o professor, "infelizmente, a mídia do Rio e do Brasil tem dado mais ênfase ao caos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e se esquecendo completamente que são três universidades estaduais no Estado". "O Rio de Janeiro esqueceu da UENF e o Brasil também! Não sabemos o que mais fazer e estamos impotentes perante a esse caos em nossa vida pessoal e profissional".
Docente bateu duro no governo Luiz Fernando Pezão, pois, de acordo com o docente, vem "pagando pequenas parcelas humilhantes que nem chega para pagar o plano de saúde da família, despesas com aluguel, luz, água e condomínio".
"Estamos vivendo o pior momento das nossas vidas com três meses de salários integrais atrasados e o décimo terceiro de 2016. A Universidade está sem os repasses aprovados em orçamento do governo desde 2015 e com isso sem seguranças e com serviços de água e luz mantidos sob liminares. Tudo isso se agrava com os jovens estudantes de diferentes regiões do Brasil com as bolsas atrasadas. A única fonte de sustento de muitos deles", diz ele, vice-presidente da associação docente da universidade (ADUENF).
O magistério afirma que "amigos docentes estão doentes, alguns deles com problemas psicológicos e no caminho do endividamento". "Os Técnicos administrativos vivem numa situação pior ainda que a nossa tendo já relatos de não poderem ir trabalhar por falta de recursos. Estes estão usando a criatividade organizando bazares e recebendo doações de alimentos. Muito triste!", continua.
Críticas ao governo
O docente não poupou críticas ao governo Luiz Fernando Pezão. "Somos todos em regime de Dedicação Exclusiva e sem receber quatro vencimentos integrais. Em agosto podemos completar 5 meses sem os salários integrais, e o governo vem nos pagando pequenas parcelas humilhantes que nem chega para pagar o plano de saúde da família, despesas com aluguel, luz, água e condomínio", conta.
Coutinho reforça que "os projetos de pesquisa do principal fomento que é a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), que sem recursos não faz os depósitos aos contemplados em editais". "A pesquisa está sendo afetada dia a dia. A sensação de incerteza do plano do governo do RJ, especificamente do governador Pezão, com a 'educação superior, ciência e tecnologia' é muito cruel. Esse desmonte terá um custo muito alto em pouco tempo os jovens do estado. Destaco que a UERJ e a UEZO estão na mesma situação da UENF", diz.
"A nossa associação docente (ADUENF) vem lutando e remando contra a maré para divulgar e lutar pelos nossos direitos e por isso lançou diversas campanhas no facebook, incluindo internacionais. A adesão virtual é sensacional mas sem efetividade prática. Procurar políticos do Estado nada tem adiantado, o esquema de destruição foi bem arquitetado e a oposição é minoria", complementa.
O professor disse, ainda, que "a UENF é a terceira melhor universidade estadual do país, segunda do RJ e décima terceira do Brasil segundo o Ranking do INEP/MEC com base no IGC de 2015, recentemente divulgado". "Constituída por 100% de docentes doutores tem uma importância imensa no norte e noroeste fluminense, e também no sul do Espírito Santo, formando e transformando a vida de milhares de jovens em diferentes áreas do conhecimento".

domingo, 9 de julho de 2017

Site "Viomundo" publica denúncia do vice-presidente da ADUENF sobre a situação da UENF


Professor denuncia a dramática situação da universidade que leva o nome de Darcy Ribeiro


por Alessandro Coutinho Ramos*
Sou professor associado na Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro em Campos dos Goytacazes. A UENF foi idealizada pelo Senador Darcy Ribeiro num projeto inovador da chamada “Universidade do Terceiro Milênio” .
Nesta universidade, eu e muitos colegas, tivemos  oportunidades que definiram o nosso futuro. No meu caso, tive a  oportunidade de estudar e viver no exterior, realizando meu doutorado sanduíche e depois o Pós-doutorado, para posteriormente voltar ao Brasil como um profissional diferenciado.
Estamos vivendo o pior momento das nossas vidas com três meses de salários integrais atrasados e o décimo terceiro de 2016. A Universidade está sem os repasses aprovados em orçamento desde 2015 e com isso sem seguranças e com serviços de água e luz sob liminares.
Na UENF ainda temos alunos com bolsas em atraso e ainda convivemos com a falta de repasses do governo desde 2015. Peço-lhes que  nos ajude a divulgar este momento da nossa UENF porque a situação está precária. Amigos docentes estão doentes e com problemas psicológicos. Os técnicos administrativos numa situação pior ainda.
Infelizmente, a mídia do Rio e do Brasil tem dado ênfase apenas na UERJ e se esquecendo que são três universidades estaduais no RJ.
Somos todos em regime de Dedicação Exclusiva e sem quatro vencimentos integrais na conta.
Em agosto podemos completar 5 meses sem salário integral na conta, e o governo vem pagando pequenas parcelas humilhantes que nem chega para pagar o plano de saúde da família sem contar com as despesas com aluguel, luz, água e condomínio.
Tudo ainda se agrava  com os projetos de pesquisa que a FAPERJ, sem recursos, não faz os depósitos. A sensação de incerteza do plano do governo do RJ, especificamente do governador Pezão, com a “educação superior, ciência e tecnologia” é muito cruel. A UERJ e a UEZO estão na mesma situação da UENF. 
Peço gentilmente que nos ajudem na divulgação desta situação da UENF. 
Já enviei a diferentes veículos de comunicação porém sem respostas. O Rio de Janeiro esqueceu da UENF e o Brasil também!
A nossa associação docente (ADUENF) vem lutando e remando contra a maré para divulgar e lutar pelos nossos direitos e por isso lançou diversas campanhas no facebook, incluindo internacionais. A adesão virtual é sensacional mas sem efetividade prática.
O meu cuidado em pedir ajuda pela UENF é porque estamos no interior, e somos esquecidos em diversas formas, seja na mídia, seja politicamente.
Reforço que a UENF é a terceira melhor universidade  estadual do país, segunda do RJ e décima terceira do Brasil segundo o Ranking do INEP/MEC com base no IGC de 2015, recentemente divulgado.
Constituída por 100% de doutores tem uma importância imensa no norte e noroeste fluminense, formando jovens em diferentes áreas do conhecimento de origem das regiões mais pobres do RJ.
* Professor Associado, Centro de Biociências e Biotecnologia UENF, Vice-Presidente da ADUENF

sábado, 8 de julho de 2017

ADUENF convoca para atos na Secretaria de Fazenda para exigir pagamento de salários atrasados


A ADUENF marcará presença simultânea nos dois atos de mobilização pela regularização dos salários dos servidores. A nossa entidade faz parte da organização dos atos em conjunto com outros movimentos e associações sindicais no Rio de Janeiro e em Campos dos Goytacazes. A ADUENF está articulada com o Sintuperj-UENF, DCE-UENF e APG-UENF que juntos atuam na defesa dos direitos dos servidores e pela defesa da nossa UENF.



Participem dos atos, sua presença é fundamental. Juntos somos mais fortes!

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A UENF amanheceu de luto e na luta!


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Dezenas de cruzes foram fincadas em frente ao Centro de Convenções. Uma faixa de cor preta, com o dizer #AUenfnãopodeparar está visível no local. A Uenf vive um caos e acumula uma dívida de mais de R$ 20 milhões.

Segundo Marcos Pedlowski, membro da diretoria da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Aduenf), trata-se de um protesto diante da possível vinda do secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social, Pedro Fernandes, o qual não comparecerá e enviou a nova Presidente da FAPERJ no seu lugar.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Manifestação unificada UENF e FAETEC mostra o caminho para derrotar o projeto de destruição do governo Pezão



Servidores da UENF e da FAETEC estiveram nas ruas de Campos dos Goytacazes nesta 4a. feira para prorestar contra o descaso com que o governo do Rio de Janeiro vem tratando o ensino público superior e técnico do Rio de Janeiro, e especialmente seus servidores que ainda não receberam os salários de Abril!.

A diretoria da ADUENF apoia esta mobilização por entender que este é único caminho para mobilizar não apenas as comunidades internas das instituições de ensino, mas principalmente a população e a juventude que dependem delas para alcançar melhores oportunidades.

Resistir a este projeto de desmanche do ensino público é uma tarefa de todos. Apoia a luta dos servidores da UENF e da FAETEC!



DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

Especial Educação: UENF, patrimônio do povo do norte fluminense abandonado pelo governo do Estado


A Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) é uma universidade pública estadual, sediada em Campos dos Goytacazes, inaugurada durante o governo de Leonel Brizola, com a assistência de Darcy Ribeiro. É a primeira universidade brasileira a possuir 100% de professores doutores e, em 2012, foi reconhecida pelo Ministério da Educação como a melhor universidade do estado do Rio de Janeiro e a 11ª no país no Índice Geral de Cursos (IGC) de 2011. A Universidade também  foi considerada a melhor universidade fluminense pelo resultado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), onde ocupa a 6ª colocação entre todas as Universidades do país. Hoje, mesmo com todos esses números, a UENF luta para sobreviver e quem tem garantido seu funcionamento são os trabalhadores.
Mais uma vítima da crise generalizada que vive o Rio de Janeiro, a universidade é mantida pelo esforço de professores, estudantes e técnicos-administrativos que se superam para evitar o que seria o fechamento da mesma. A professora de Sociologia, Luciana Silva, presidenta da Associação Docente da UENF (ADUENF), classifica a situação da universidade como sendo “ocupada”:
“Tenho dito publicamente que, nesse momento de crise do estado, a UENF poderia ser classificada como uma universidade que nós estamos ocupando. Estamos há mais de um ano ocupando esses prédios, arcando com os custos internos, com dívidas bastante significativas tanto junto à Águas do Paraíba, que é a empresa que fornece a água, tanto junto à ENEL, que fornece energia elétrica.”
A professora relata dificuldades mesmo com o espaço ocupado.  Entre os principais problemas enfrentados estão a questão da segurança e da manutenção básica do local. A limpeza, apesar de não estar no quadro ideal, é mantida, mas os problemas se segurança e condições básicas para o funcionamento são constantes. A universidade convive com ameaças de corte de luz e chegou a ter a luz de uma de suas unidades cortadas e a segurança é uma questão ainda mais grave:
“Estamos com problemas gravíssimos de segurança porque a empresa terceirizada se retirou. A empresa ficou trabalhando 6 meses sem pagar os funcionários e se retirou no fim do ano passado. Nós já tivemos caso de assalto com refém numa unidade agrícola da UENF, que fica mais afastada por conta do hospital veterinário, e também já nos deparamos com animais silvestres roubados e furtos dentro do campus.” – relata a professora.
Luciane conta que entrou numa universidade pujante, muito viva, cheia de pesquisa científica e com atrativos salariais interessantes para iniciantes de carreira. Segundo a docente, as greves até o ano de 2016 eram em sua maioria por melhorias salariais e reposição da inflação. Agora, a universidade só não para as atividades para não tornar a situação ainda mais dramática:
“Nós não paramos as aulas por aqui por uma avaliação de que interromper as aulas seria ainda mais dramático. Mas, o fato é que nós estamos funcionando com uma precariedade enorme.” – desabafa Luciane.
A presidenta da ADUENF comentou que as negociações não avançam. Ela relata que, no ano passado, o comando de greve chegou a se reunir com o líder do governo, à época o Deputado Albertassi, que propôs que os trabalhadores saíssem da greve para que houvesse posterior pagamento das despesas de custeio: nada foi cumprido por parte do governo.
“As negociações que tem sido feitas e são fartamente divulgadas pela mídia, seja a grande mídia ou os blogs alternativos, avançam muito pouco. Publicamente, o próprio Secretário de Ciência e Tecnologia, Pedro Fernandes, esteve na UENF e reafirmou a promessa de que se não resolvesse o salário entregaria o cargo. Mas o fato é que nós continuamos com 2 meses atrasados, sem o décimo terceiro, com um nível de endividamento gigantesco. Quando os professores são dedicação exclusiva, que é o nosso caso onde 100% dos professores são dedicação exclusiva, isso ainda tem um impacto maior no cotidiano das pessoas que não possuem outra fonte de renda.”
As pesquisas também são prejudicadas. Os professores mais antigos estão dilapidando suas verbas para manutenção das pesquisas essenciais. Enquanto os professores se sacrificam, a universidade segue sendo premiada pelas pesquisas que consegue manter. Recentemente, inclusive, sua pós-graduação foi premiada na área de pesquisa, no entanto, tudo é mantido com dificuldade, sacrifício e incertezas quanto ao futuro:
“As pesquisas ficam inviabilizadas porque boa parte dos nossos alunos são bolsistas. Ou são bolsistas por cotas, ou por iniciação científica ou de projetos de extensão. Então, sem a regularidade dessas bolsas, nós estamos vivendo a situação que a UERJ também vive, de que as pessoas não conseguirem se deslocar das suas residências ou das suas cidades até a universidade. Nós tínhamos um sistema de transporte, por conta da localização em Campos, para fazer campo ou levar estudantes em visita à museus no Rio. A gente agendava um ônibus, um funcionário ia junto e os estudantes iam todos juntos passar um dia no CCBB, um dia fazendo pesquisa no Rio. Isso tudo, agora, não existe. Não temos gasolina e nem como fazer manutenção no transporte.”
Localizada em Campos dos Goytacazes, a UENF possui, aproximadamente, entre aulas presenciais e polos de licenciatura à distância, 7000 alunos distribuídos em todas as cidades do entorno: Macaé, São Fidélis, Itaperuna, Conceição de Macabu, chegando até em Vila Velha, em Minas Gerais nas cidades fronteiriças, e na região metropolitana do Rio de Janeiro. É um grande patrimônio do povo do norte e noroeste fluminense e, segundo a professora Luciane Silva, representa muito mais do que apenas uma universidade:
“A UENF é um polo dinamizador de mobilidade social ascendente para estudantes que são filhos de agricultores ou de trabalhadores no comércio com pouca qualificação. O perfil dos alunos que estudam na UENF é o perfil de uma classe popular, de uma classe média baixa, bem diferente do perfil de uma UFRJ ou de outras universidades federais no Brasil. Para esses alunos, a UENF representa uma possibilidade muito mais do que uma formação ou profissionalização, de uma própria transformação estrutural de suas vidas. Ela é um patrimônio da região norte-noroeste fluminense, sendo entendida e abraçada como tal pela população.”
Em 2016, a mobilização da comunidade da UENF alcançou 15 mil assinaturas na comunidade em defesa da universidade. Apesar dos problemas, a universidade está na pauta pública da cidade de Campos e representa a grande oportunidade para mudar a vida de milhões de jovens da região. A gestão da educação no estado do Rio de Janeiro, no entanto, transforma esses sonhos em pesadelos e incertezas. Diante de toda essa situação, a presidenta da ADUENF não aceita o discurso de crise do estado e pede uma auditoria na dívida pública para que o discurso verdadeiro venha à tona:
“A gente já tem uma clareza enorme sobre o fato de ser uma crise seletiva e sobre as possibilidades que o governo do estado tem de arcar com a folha de pagamento das universidades estaduais. O que a gente tem visto é um terror praticado contra os servidores. A ADUENF lançou uma campanha pela auditoria da dívida pública para que o estado abra suas contas e pare com discurso mentiroso. Nós sabemos sobre a situação de arrecadação do estado e queremos que o estado cumpra com a lei e pague os servidores, pague os professores, os técnicos-administrativos e as bolsas.”
 Texto: José Roberto Medeiros | CTB RJ
Fotos: Reprodução Internet
FONTE: https://ctbrj.wordpress.com/2017/07/05/especial-educacao-uenf-patrimonio-do-povo-do-norte-fluminense-abandonado-pelo-governo-do-estado/

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Servidores e estudantes da UENF marcam presença no ato público da Greve Geral em Campos

Por Wesley Machado*

A Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) foi bem representada no ato público da Greve Geral, que foi realizado nesta sexta-feira (30) no Calçadão de Campos. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj), Associação de Docentes da UENF (Aduenf), Associação de Pós-Graduandos (APG) e Diretório Central dos Estudantes da UENF (DCE-UENF) marcaram presença no evento.

O dirigente sindical do Sintuperj, Cristiano Peixoto, em seu discurso do alto do carro de som, afirmou: “Temos de lutar pelo Brasil. Estamos fazendo nossa parte. A UENF não vai fechar. Vamos resistir”, bradou Cristiano.

O presidente da Associação Campista de Aposentados e Pensionistas (Ascapem), Delso Gomes, no alto dos seus 91 anos, vestiu a camisa “Eu defendo a UENF” com a caricatura de Darcy Ribeiro e se juntou à luta pela UENF. “A UENF foi um sonho do educador Darcy Ribeiro que Cabral e Pezão estão destruindo”, disse Delso.

A presidente da Aduenf, Luciane Soares, comentou que o ato público da Greve Geral em Campos conseguiu ser realizado com muita luta. “Foi um ato feito contra tudo e contra todos. Contra a direita e inclusive contra parcela da esquerda, que tentou inibir a realização dessa manifestação”, denunciou Luciane.

O 2º vice presidente da ADUENF, Marcos Pedlowski; e o presidente do DCE-UENF, Gilberto Gomes, também marcaram presença no evento.

*Reportagem: Wesley Machado – Jornalista (Registro Profissional: 32.177/RJ)

UENF adere à greve geral e realiza caminhada unitária até o centro de Campos



O campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) amanheceu virtualmente paralisada em função da adesão de seus professores e técnicos ao dia de greve geral de protesto contra as reformas do governo de Michel Temer.  A paralisação também representa um protesto contra o projeto de destruição imposto pelo governo do Rio de Janeiro que ainda não pagou bolsas e salários referentes ao mês de Abril, e  também não vem entregando as verbas de custeio para as atividades essenciais da Uenf desde Outubro de 2015.

A partir das 14:30 ocorrerá uma aglomeração da comunidade universitária da Uenf e de outras instituições de ensino superior no portão principal do campus Leonel Brizola para que seja realizada uma marcha até o centro da cidade de Campos dos Goytacazes onde será realizada um ato político que reunirá categorias profissionais que estão participando das manifestações deste dia de greve geral.

Os temas da marcha "Não tá normal!" e #Eudefendo a Uenf!

A diretoria da ADUENF convoca a todos que apoiam a Uenf que apoiem esta ação de defesa da universidade.

Fora Temer! Fora Pezão!

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta


quarta-feira, 28 de junho de 2017

Assembleia dos professores da Uenf aprova adesão à greve geral do dia 30 de Junho



Reunidos primariamente  para discutir a grave situação financeira que afeta a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e que vem inclusive comprometendo o pagamento de salários e bolsas acadêmicas, os professores decidiram aderir à greve geral que está sendo convocado nacionalmente contra as contrarreformas que afetam direitos trabalhistas e previdenciários.

Com isto serão paralisadas todas as atividades acadêmicas durante toda a sexta-feira (30/06).  Para participar da manifestação que ocorrerá a partir das 15 horas na Praça São Salvador no centro de Campos dos Goytacazes, Os professores também decidiram que irão se aglomerar a partir das 14:30 na entrada principal do campus Leonel Brizola para partir em direção ao local da manifestação.

É importante lembrar que no caso da Uenf os servidores técnico-administrativos também já aderiram à greve geral, o que demonstra que a unidade de todos os servidores está se dando na prática.

Todo apoio à greve geral! Fora Temer, Fora Pezão!

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Campanha de mobilização da Aduenf agora tem material bilíngue

Como parte da campanha de sua campanha de mobilização em prol dos direitos de todos os servidores da Universidade Estadual do Norte Fluminense, a ADUENF acaba de lançar novos materiais de publicidade, inclusive com versões mutilíngues.




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Com a produção desse material a diretoria da ADUENF pretende ampliar o processo de denúncia contra o crime que o governo do Rio de Janeiro está praticando contra as universidades estaduais e seus servidores. 

Nunca é demais lembrar que os servidores das universidades estaduais estão há quase 3 meses sem receber regularmente os seus salários, o que tem provocado sérios problemas no cotidiano dessas instituições de valor estratégico para o estado do Rio de Janeiro.

Apoie a Uenf , Uerj e Uezo!

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

domingo, 25 de junho de 2017

Com quase 4 salários atrasados, ADUENF convoca assembleia para decidir caminhos da mobilização docente

Com o mês de junho chegando ao fim sem que o governo do Rio de Janeiro dê qualquer sinalização sobre os pagamentos de salários atrasados, a diretoria da ADUENF convocou uma assembleia para decidir o que será feito para reverter o tratamento inaceitável que tem sido dispensados aos professores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), como mostra a pauta abaixo.


Esta assembleia certamente será um marco na luta que está sendo desenvolvida pela ADUENF em conjunto com o ANDES-SN e as associações de docentes da Uerj e da Uezo.

Uma coisa é certa: o limite da tolerância com os desmandos do governo do Rio de Janeiro já foi ultrapassado e as respostas que sairão desta assembleia certamente irão mostrar isso.


DIRETORIA DA ADUENF
Gestão Resistência & Luta

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Representações sindicais da UENF farão II Plenária Comunitária para discutir ações de resistência


Visando estabelecer uma agenda conjunta de ações para enfrentar o projeto de destruição que o governo do Rio de Janeiro está realizando contra a Universidade Estadual do Norte Fluminense, as entidades representativas de docentes, servidores técnicos, e discentes de graduação e pós-graduação vão realizar uma segunda plenária comunitária com objetivo de pensar as condições atuais e futuras de funcionamento da instituição ( ver cartaz abaixo).


O objetivo desta plenária comunitária é estabelecer um calendário de atividades que visem organizar a resistência da comunidade universitária às ações de precarização da Uenf por parte do governo do Rio de Janeiro. 


Compareça e participe da defesa da Uenf!

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Presidente da ADUENF explica funcionamento do Fundo de Solidariedade do ANDES-SN às universidades estaduais



O ANDES-Sindicato Nacional do qual a ADUENF é seção sindical decidiu socorrer os docentes das universidades estaduais com a criação de um fundo de solidariedade, 

A diretoria da ADUENF já aprovou em assembleia a adesão a este fundo. Para deixar claro os termos e condições da adesão dos seus associados aos benefícios desta ação solidária do ANDES-SN, a presidente da ADUENF gravou o vídeo abaixo.


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terça-feira, 20 de junho de 2017

Arraiá do Hospital Veterinário, mais um momento de resistência da comunidade da Uenf

Nesta 6a. feira (23/06) ocorrerá mais uma edição do "Arraiá do Hospital Veterinário" da Uenf. Esse será não apenas um momento de congraçamento e de reenergização da comunidade universitária, mas uma oportunidade para que todos os que apoiam a resistência em defesa da universidade possam comparecer e levar o seu apoio.

A entrada será franca, mas todos estão convidados a doar produtos de limpeza que serão utilizados para manter o Hospital Veterinário (HV) funcionando em condições apropriadas para os múltiplos serviços que ali ocorrem diariamente.

Essas doações virão num momento crucial, pois a Uenf está sem receber verbas para o custeio do HV e das suas demais unidades desde Outubro de 2015!


Apoie a luta em defesa da Uenf!

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ADUENF lança material de divulgação para sua luta em defesa da UENF

A diretoria da ADUENF está realizando o lançamento de materiais de propaganda para levantar recursos financeiros para prosseguir sua luta em defesa da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) como os mostrados abaixo.



As camisetas que são ilustradas com uma charge do cartunista, cientista político e professor da UFF de Campos dos Goytacazes, Márcio Malta.  Este material está sendo vendido a R$ 20,00. Já os bonés com o logotipo da ADUENF estão sendo vendidos a R$ 15,00, nas cores Azul e Vermelho.

Todo esse material está disponível na sede administrativa da ADUENF que está localizada no campus Leonel Brizola e fica aberta ao público entre as 09:00 e 17:00 de segunda a sexta-feira.

Apoie a luta da ADUENF!

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segunda-feira, 19 de junho de 2017

ADUENF lança enquete para medir intenção de voto no PMDB em 2018

Em face dos amplos ataques que o governo do Rio de Janeiro está realizando aos servidores estaduaise à fluminense, a diretoria da Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Aduenf) lançou uma enquere na rede social Facebook para medir as intenções de voto no PMDB em 2018.



Quem desejar participar, bata clicar Aqui!

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domingo, 18 de junho de 2017

Luto pela Uenf!


ADUENF convoca docentes para resistir, lembrando que não é apenas pelos R$ 700


Não é apenas pelos R$ 700,00! 

Salários e bolsas com pagamentos atrasados, sem décimo terceiro de 2016, sem repasses para manutenção da Universidade, sem serviço de segurança e servidores sendo massacrados cruelmente pelo desgoverno Pezão.

Cadê a normalidade? 

Docente, Lute, porque não é seu salário que está em risco, é seu emprego!



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Aviso importante! OAB/RJ inclui servidores e docentes da UENF e UEZO em Ação Civil Pública


A Diretoria da ADUENF  torna público que a Procuradoria da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, atendendo a uma solicitação feita por nossa assessoria jurídica, peticionou ao juiz  federal ALBERTO NOGUEIRA JUNIOR no sentido de incluir os servidores e docentes da Uenf e da Uezo no benefício já garantido à Uerj, via Ação Civil Pública (Processo 0127233-15.2017.4.02.5101) no sentido de garantir que os pagamentos dos salários sejam feitos de forma concomitante aos dos servidores da Secretaria Estadual de Educação (Seeduc).

Informamos ainda que petição formulada pela OAB/RJ já se encontra na fase decisória, e assim que tivermos um resultado, o mesmo será prontamente informado.




   ADUENF-SESDUENF
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