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ASSEMBLÉIA COMUNITÁRIA PARA UNIFICAR A LUTA NA UENF
Como adiantado em nota, um grupo de professores da UENF formado pelo presidente da ADUENF, Luis Passoni, Carlos Eduardo Rezende, Nadir Francisco e Fernando Luna mantiveram uma audiência nesta segunda-feira com o vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Durante esta audiência, os professores procuraram explicar ao vice-governador Pezão a importância do regime de Dedicação Exclusiva para a construção da UENF, e da necessidade urgente de se iniciar o pagamento de um adicional que recoloque os salários pagos pela instituição em condições de atrair novos docentes e manter aqueles que já se encontram trabalhando nos campi de Campos dos Goytacazes e Macaé. O presidente da ADUENF, Luis Passoni, aproveitou para entregar ao vice-governador Luiz Fernando Pezão todos os documentos enviados anteriormente ao governo, de modo a deixar claro como foram calculados que estão sendo pleiteados pelos professores da UENF. Em resposta às colocações feitas pelo pr...
A diretoria da ADUENF emitiu nesta 6a. feira (14/09) uma nota de repúdio contra o que considerou un abuso de autoridade cometido contra a comunidade universitária da UFF Campos com base numa suposta tentativa de coibir a realização de campanha eleitoral ilegal dentro de uma instituição pública de ensino (ver nota abaixo). A diretoria da ADUENF manifestou ainda solidariedade à comunidade universitária da UFF Campos e, em particular, aos professores Roberto Rosendo e Hélio Coelho que estiveram na linha de frente da defesa da autonomia universitária. A diretoria da ADUENF deixou ainda claro o seu compromisso com a democracia no Brasil e, em especial, no interior das universidades públicas.
A diretoria da ADUENF emitiu no dia 06 de Setembro uma nota de solidariedade ao reitor Roberto Leher e à administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em função dos ataques políticos que se sucederam após o catastrófico incêndio que destruiu o Museu Nacional. A diretoria da ADUENF repudiou ainda a tentativa de colocar o Museu Nacional a cargo de uma Organização Social (OS), uma ação que além de causar a privatização desse importante espaço público, também implicaria num grave atentado à autonomia universitária da UFRJ. Tudo isso para ocultar as responsabilidades de quem efetivamente contribuiu para criar um ambiente propício para a destruição de um dos mais importantes museus do mundo. Abaixo a nota em sua íntegra.