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A greve da UENF explicada de forma bastante pedagógica
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Ainda não entendeu os motivos da greve iniciada pelos professores da UENF em 12 de Março? O vídeo abaixo de autoria de Felipe Bailez explica!
A diretoria da ADUENF emitiu no dia 06 de Setembro uma nota de solidariedade ao reitor Roberto Leher e à administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em função dos ataques políticos que se sucederam após o catastrófico incêndio que destruiu o Museu Nacional. A diretoria da ADUENF repudiou ainda a tentativa de colocar o Museu Nacional a cargo de uma Organização Social (OS), uma ação que além de causar a privatização desse importante espaço público, também implicaria num grave atentado à autonomia universitária da UFRJ. Tudo isso para ocultar as responsabilidades de quem efetivamente contribuiu para criar um ambiente propício para a destruição de um dos mais importantes museus do mundo. Abaixo a nota em sua íntegra.
A diretoria da ADUENF emitiu nesta 6a. feira (14/09) uma nota de repúdio contra o que considerou un abuso de autoridade cometido contra a comunidade universitária da UFF Campos com base numa suposta tentativa de coibir a realização de campanha eleitoral ilegal dentro de uma instituição pública de ensino (ver nota abaixo). A diretoria da ADUENF manifestou ainda solidariedade à comunidade universitária da UFF Campos e, em particular, aos professores Roberto Rosendo e Hélio Coelho que estiveram na linha de frente da defesa da autonomia universitária. A diretoria da ADUENF deixou ainda claro o seu compromisso com a democracia no Brasil e, em especial, no interior das universidades públicas.
O Comando de Greve da ADUENF enviou na tarde de ontem (14/08) ofício ao reitor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) requisitando informações sobre a existência (ou não) de condições mínimas para o funcionamento regular das atividades acadêmicas dentro dos dois campi da instituição (Campos dos Goytacazes e Macaé) e em suas unidades avançadas espalhadas por diversos municípios do Norte e Noroeste Fluminense. É importante notar que o governo do Rio de Janeiro não repassa as verbas de custeio da Uenf desde Outubro de 2015, o que já acarretou a criação de uma dívida de mais de R$ 20 milhões com concessionárias de serviços públicos, empresas prestadoras de serviços de segurança e limpeza, e com os fornecedores de insumos básicos. A inexistência das verbas de custeio e o atraso no pagamento dos salários dos servidores e das bolsas acadêmicas dos estudantes têm causado sérios problemas para o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão que s...